Continuando nossa visita, começam a aparecer os modelos de mecânica mais antiga, a ar.
Os Aircooled
Nessa parte alguns exemplares dos Type 3, incluindo um modelo com peças transparentes, onde podemos ver detalhes que não veríamos num carro comum…
(passe o mouse sobre as fotos para mais informações)
Um dos primeiros modelos Type 3, feito ainda antes do lançamento oficial, que aconteceu em 1961Belo exemplar conversível 1500Notchback, de 1973Type 3 Notchback, com peças transparentesO clássico motor a arDetalhe no banco e interior da porta
Type 4, outro modelo que gostaria de ter, em qualquer versão, pela exclusividade.
Os 3 exemplares do Type 4 no museu. Um de cada carroceriaQuem colocou a placa ali?Semelhanças com Variant e BrasiliaPrima da nossa Variant, porém muito mais modernaType 4 sedã 1966A traseira do Type 4 sedã 1966O design não é unanimidade
Em seguida, diversas Kombi, a Type 2, quase tão famosa quanto seu procedente.
Como não poderia deixar de ser, diversos modelos de KombiBelíssima tonalidade nessa pintura saia-e-blusa de 1951Uma das primeirasMais clássica, impossívelBonita corMesmo ano, cor e calotas do meu FuscãoAllroad78 numa bela tonalidade verde/branco
Alguns Karmann Ghia, que na minha opinião é um dos mais belos carros já produzidos.
Um dos primeiros exemplares do Type 34, de 1957Pintura em dois tonsO modelo marrom possui vários acessórios interessantesDetalhe dos cintos de segurança de 4 pontosAs lanternas maiores da década de 70Conversível de 1970, os piscas maiores já o fazem perder um pouco do charmeConversível de 1963. Os anos mais belosDo último ano de produçãoA traseira do 74. No Brasil a produção se encerrou em 1971Bonito também nos detalhes
O Volkswagen Type 181, conhecido nos EUA como Thing (“Coisa”), foi fabricado entre 1968 e 1983, a princípio para fins militares. A exemplo do Fusca e outros VW a ar, nunca teve alterações drásticas no design.
O VW Thing é visto em muitos filmes americanosNomes variam pelo mundo: Thing (EUA), Camat (Indonésia), Safari (México) e Trekker (Reino Unido)
Dois modelos bastante distintos, mas ambos de 1965 e com mecânica de Fusca, chamam a atenção no museu: O Volkswagen Type 147 (Fridolin) é um veículo comercial produzido pela montadora alemã de 1964 até 1974. Já o Formula Vee era feito pras pistas, e com apenas 55hp era capaz de atingir 185km/h.
O furgão foi construído principalmente para fins o serviço postal alemão.Formula Vee – sucesso nas pistas
Assim como no Brasil, a plataforma do Fusca serviu de base para o desenvolvimento de muitos fora-de-série pelo mundo. A seguir 3 raros exemplares (clique nas fotos para mais informações sobre cada modelo).
Dannenhauer & Stauss Cabriolet – Apenas 16 dos aproximadamente 100 fabricados (a mão) sobreviveramO belo Ghia-Aigle Coupe era feito por uma empresa suiça, que empregava vários designers renomadosRometsch Lawrence – Entre 1957 e o final de 1961, cerca de 85 veículos foram fabricados a mão
A estrela do museu
Finalmente chegamos ao mais significativo automóvel já produzido na história, o VW Type 1. Também conhecido como Beetle, Bug, Käfer, Escarabajo, Vocho, Sedan e até mesmo Fusca.
Sequencia de besourosLess is moreLinhas inconfundíveisRag top, acessório muito usado pelos customizadoresOval Window: para muitos, o mais bonitoEstes adesivos estão a venda. Ao fundo, o clássico painelSplit Windows, dos primeiros modelosSobre a areia1974, o modelo brasileiro sempre esteve um pouco ultrapassado com relação ao alemãoBonitas lanternas sem a luz de réModelo de 85Algum sortudo deu uma volta pela Europa neste fusquinha azulAlgum sortudo deu uma volta pela Europa neste fusquinha azulAlgum sortudo deu uma volta pela Europa neste fusquinha azulCertamente um dos carros que mais trabalhou na históriaCertamente um dos carros que mais trabalhou na históriaTalvez um único carro que seja facilmente reconhecido mesmo sem carcaçaCertamente um dos carros que mais trabalhou na históriaTáxi mexicano. Não fosse por essa função, o Fusca não teria durado tanto por lá
Destaque para os charmosos conversíveis.
Este 1949 conversível é provavelmente um dos mais valiosos do museuEste 1949 conversível é provavelmente um dos mais valiosos do museuConversível de 1949. RaríssimoO amarelo e os faróis de milha dão um toque especialJá com o capê bem mais largo
Duas séries especiais, sempre raras e desejadas por colecionadores. A bonita versão Jeans de 1974 (por aqui tivemos um Chevette Jeans, em 1979).
E a versão Silver Bug, produzida no México pra comemorar a marca de 20 milhões de Fuscas produzidos no mundo, o que aconteceu em 15 de maio de 1981. Foram fabricados inicialmente 2000 unidades, e outras 1700 numa segunda edição, já em 1982. O motor era um 1200 de 34hp.
Série especial: Silver BugDetalhe da faixa, caso alguém queira reproduzir, taí a referênciaDetalhe da roda
Dezenas de modelos inusitados também ficam expostos no AutoMuseum.
Um off-road da década de 40A sequencia de Fuscas inusitadosEstrela de cinemaEstampado com milhares de selosFatiadoConfesso que não entendi o porquê desteAtravessa rioDetalhes da viagem, em 1984Outro besouro que passou pelas mãos de alguém com tempo livreExperimento da EssoDe madeiraLanternas de PorscheNão sei se é mais arriscado olhar ou não olhar pro retrovisorUm pouco desproporcionalEste 1970 foi feito no México para casamentosA “obra de arte” tem motor sim
O Fusca 4 portas era feito pela Rometsch e usado primordialmente como taxi. O chassi era aumentado em 25cm.
O 4 portas nunca foi feito oficialmente pela VWOval e 4 portas visto de trásAcontece…
Destaque para a unidade 746 – de apenas 850 produzidos – da versão brasileira Última Série de 1986. Como sabemos, esta não foi a última série – na verdade o último Fusca produzido no Brasil foi o Itamar Série Ouro, de 1996.
Besouro Brazuca tinha que estar presente, afinal, fomos o terceiro país que mais produziu Fuscas no mundoA traseira do Fusca brasileiroDetalhe da numeração desta série limitada
Também tem um exemplar do último Fusca produzido no mundo – o famoso Last Edition, mexicano, de 2003.
O último modelo produzido, em 2003, no MéxicoA traseira do último modelo produzidoAs lanternas Fafá são de uma coloração bastante diferente das que produzimos por aqui
Mencionei no último post que gostaria de ver um Apollo ou Logus neste museu. Bem, com relação aos aircooled, sem dúvida alguma que mais fez falta foi o VW Brasilia, projeto brasileiro que tende a se valorizar muito no meio antigomobilista.
Na continuação da nossa visita, uma mostra especial – Kafer Im Sportdress. Quem sabe um pouco de alemão deve imaginar do que se trata…
[…] Aliás, se você se interessou por essa página, não pode deixar de conferir a cobertura que O Retrovisor fez em visita a cidade-sede da Volkswagen, em Wolfsburg, Alemanha. […]
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